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Neto arranca pedaço da orelha da avó e diz à polícia que engoliu

Homem foi preso após agredir a avó de 73 anos dentro de casa, em Goiás. Segundo a polícia, a vítima tinha marcas de mordidas pelo corpo e sofria violência física, psicológica e desvio da aposentadoria há anos.

📅 21/05/2026 07:25 Por: Rádio Comunidade FM Rádio Comunidade FM

                    Neto arranca pedaço da orelha da avó e diz à polícia que engoliu
Foto: Notícias ao Minuto

Um homem foi preso em flagrante após agredir brutalmente a própria avó, de 73 anos, dentro da casa onde moravam em Anápolis, em Goiás. Segundo a Polícia Civil, o suspeito arrancou parte da orelha da idosa com uma mordida e confessou ter engolido o pedaço durante o ataque.

O caso aconteceu na última segunda-feira (18) e foi denunciado por vizinhos, que ouviram gritos e choros vindos da residência e procuraram a delegacia para pedir ajuda.

De acordo com a investigação, o homem consumia bebida alcoólica quando a avó se levantou para beber água. Nesse momento, ele teria derrubado a idosa no chão e iniciado as agressões.

Além do ferimento na orelha, a vítima apresentava marcas de mordidas nos ombros e nas costas.

Segundo o delegado Manoel Vanderic, familiares relataram que os episódios de violência aconteciam há bastante tempo. O suspeito também é investigado por supostamente desviar a aposentadoria da avó e submetê-la a agressões físicas e psicológicas frequentes.

No momento da prisão, o homem apresentava comportamento alterado. De acordo com o delegado, ele ria sem motivo aparente e falava frases desconexas, sendo necessário o uso de algemas para garantir a segurança da equipe policial.

“Perguntamos onde estava o pedaço da orelha que ele arrancou, e ele confessou que havia engolido, sem demonstrar qualquer arrependimento”, afirmou Vanderic.

O suspeito foi autuado em flagrante pelos crimes de lesão corporal duplamente qualificada e injúria qualificada. A idosa recebeu atendimento médico após as agressões.  

Mulher de 63 anos foi detida em Rio Verde, Goiás, após denúncia de abandono e violência extrema. Filho de 46 anos vivia amarrado, sem alimentação adequada e em condições severas de falta de higiene. Delegada afirma que suspeita aguardava a morte do rapaz.

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