FMI alerta para momento “muito crítico” da economia mundial
Diretora-geral do FMI afirmou que o mundo enfrenta forte pressão econômica causada pela guerra no Oriente Médio e pela alta do petróleo. Kristalina Georgieva pediu medidas coordenadas do G7 para evitar agravamento da crise global.
Kristalina Georgieva, diretora-geral do Fundo Monetário Internacional, afirmou nesta segunda-feira que a economia global atravessa um momento “muito crítico” e pediu que os países do G7 adotem medidas coordenadas para reduzir os impactos econômicos da guerra no Oriente Médio.
A declaração foi feita antes do início da reunião de ministros das Finanças e presidentes de bancos centrais do G7, realizada em Paris.
Segundo Georgieva, o cenário internacional exige cautela e decisões políticas capazes de evitar um agravamento da instabilidade econômica mundial.
“Estamos em um momento muito crítico para concentrar esforços em medidas econômicas que possam aliviar os impactos do choque que estamos vivendo atualmente”, declarou a dirigente do FMI.
Ela destacou ainda que as discussões do encontro serão fundamentais para definir estratégias econômicas diante da escalada das tensões internacionais.
O G7 reúne representantes de Estados Unidos, Alemanha, França, Itália, Canadá, Reino Unido e Japão.
Questionada sobre o comportamento dos mercados financeiros, Georgieva afirmou que o FMI acompanha de perto a situação dos títulos públicos e alertou para o aumento das tensões financeiras em um cenário de petróleo acima dos US$ 100 por barril.
Segundo ela, os impactos geopolíticos da guerra no Oriente Médio já começam a ser incorporados pelos mercados internacionais.
A diretora do FMI também fez um apelo para que governos e bancos centrais evitem decisões capazes de ampliar ainda mais a instabilidade econômica.
“É muito importante não adotar medidas que agravem a situação”, afirmou Georgieva, em uma mensagem direcionada às principais economias do mundo.
O valor acompanha o salário mínimo nacional e, com os reajustes previstos, pode chegar a R$ 1.621 em 2026. Para receber, porém, é necessário cumprir algumas exigências estabelecidas pelo governo federal.
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