Cadeirada em restaurante: 5 vezes que Ed Motta se envolveu em confusão
De cadeirada em restaurante a críticas pesadas contra lendas da música, relembre os episódios que renderam ao cantor o título de 'polêmico'.
Ed Motta é reconhecido internacionalmente pelo seu talento musical e ouvido absoluto.
No entanto, nos últimos anos, seu nome tem ocupado as manchetes por motivos bem distantes das partituras.
Conhecido por não ter filtro, o artista já acumulou desavenças com fãs, colegas de profissão e até com estabelecimentos comerciais. Veja as polêmicas que Ed já se meteu!
A confusão mais recente aconteceu no último sábado, dia 2 de maio, no prestigiado restaurante Grado, no Jardim Botânico, Rio de Janeiro.
Vídeos do circuito interno registraram o momento em que Ed Motta, visivelmente alterado, arremessa uma cadeira dentro do estabelecimento.
O episódio causou pânico entre clientes e funcionários. O caso agora é investigado pela Polícia Civil.
Segundo relatos registrados, um dos presentes afirmou ter sido atingido de raspão por uma garrafa e sofreu ferimentos.
Até o momento, o motivo exato do descontrole ainda não foi totalmente esclarecido pelas autoridades.
Em 2015, uma marca de cosméticos organizou um tributo a Tim Maia, estrelado por Ivete Sangalo e Criolo.
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Ed Motta, que é sobrinho do “Síndico”, não poupou palavras para detonar o projeto.
Ele afirmou que a música de Tim era “intocável” e que o projeto era um desrespeito.
“A grana não era compatível com meu desprazer em fazer isso. Vontade de vomitar, que coisa podre”, disparou na época.
Para Ed, apenas artistas como Sandra de Sá e Claudio Zoli teriam a “honestidade” necessária para interpretar o repertório do tio.
Ainda em 2015, Ed Motta causou uma das maiores revoltas entre seus fãs brasileiros.
Ao anunciar uma turnê pela Europa, ele publicou um texto no Facebook proibindo o público de pedir a música “Manuel” ou gritar em português.
Ele defendeu que o inglês é a língua universal e que não fazia sentido um imigrante brasileiro não saber o básico.
“Pelo amor de Deus, não venha com um grupo de brasuca berrando”, escreveu ele. A declaração pegou muito mal e gerou uma onda de boicotes nas redes sociais.
Na mesma postagem sobre a turnê europeia, Ed Motta elevou o tom do preconceito ao descrever o perfil do público que ele não desejava em suas apresentações.
Ele comparou o público “culto” com o que chamou de “turma simplória”.
Segundo o cantor, ele não queria pessoas que ouvem sertanejo, axé ou pagode em seus shows.
“Gente que vem beber cerveja barata com camiseta apertada tipo jogador de futebol e relógio branco”, detonou. A fala foi considerada elitista e afastou até os fãs mais fiéis.
Ed Motta também não poupou lendas mortas ou gêneros inteiros. Em 2022, ele afirmou que Raul Seixas era “ruim para c*ralho musicalmente”.
Ele justificou a crítica dizendo que Raul trabalhava para gravadoras e, por isso, “trabalhava contra os colegas”.
Além disso, a mira de Ed se voltou para o Rap. Em uma live, ele afirmou categoricamente:
“Qualquer um que ouve hip hop é burro. Sem exceção”.
Ele ainda chamou o humorista Rafinha Bastos de “imbecil” por declarar gosto pelo gênero. Para Ed, apenas quem escuta jazz e música clássica possui inteligência.
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